Para aqueles que têm consciência que a areia da ampulheta não está molhada...
19 de maio, 2006
5 de março, 2006
Who is it?
Socks In Red and White Stripes
Vultann
25 de fevereiro, 2006
7 de novembro, 2005
Sem título
É só para não deixar morrer...
Vultann
21 de agosto, 2005
3 de junho, 2005
13 de março, 2005
Só para não deixar morrer...
"How happy can you be?
How deep can you dive?
How far can your imagination go?"
Vultann
24 de dezembro, 2004
Keep it Alive
Um desejo de um Bom Natal e Feliz Ano 2005
Fiquem Bem!
10 de outubro, 2004
Ausência Virtual...
Pois é, a minha nova vida de Consultor e o facto de deixar de ter net em casa, fazem com que a minha ausência deste mundo virtual se acentue... para todos aqueles que se identificam com aquilo que escrevo e passam por cá um muito OBRIGADO!
Contudo se alguém quiser discutir na vida real, na companhia de um café ou um copo de cerveja, apenas têm de me mandar um mail que depois logo se vê.
Não é uma despedida é apenas um intervalo!
Fiquem bem!
Hakuna Matata!
Damásio Nunes
2 de outubro, 2004
Fear...
As pernas tremem, é de noite, e não se vê nada apenas sons amplificados pelo medo... multiplicados pela angústia... o coração dispara e um ramo parte-se debaixo de ti, agora perdeste o controlo... ages de acordo com o instinto, e este diz-te para correres... perdeste o Norte... perdeste a lucidez... é neste momento que a caça torna-se apenas uma questão de tempo. Tás caçado, és o jantar dos mais fortes... Better luck next time, or in your case in the next life! Nunca andes sem saber para que lado é o Norte! YOU DIED I WON!!!1 de outubro, 2004
Am Still Alive...
Eu continuo vivo, apenas sem tempo para escrever... quem sabe este fds grito qq coisa...
D.N.
21 de setembro, 2004
Palavras para quê???
Conjuntos de hieroglifos que articulo sem nexo...
Conjuntos de reacções dadas nas minhas dendrites...
Tanta informação para vos dar...
Tanta badalhoca metida nesta carola... eheheh
Falando curto e grosso, acho que apenas inventamos artefactos para nos distrair do propósito maior...
Ser feliz e viver sem a consciência que vamos morrer...
Quem discorda que diga e quem concorda que justifique...
12 de setembro, 2004
Sentindo
Sinto o minério, que à Terra foi arrancado das suas entranhas, pilado por umas mãos negras e rugosas, sinto que se dissolve em mim... sinto-lhe o sabor a ferro, sinto-o na alma cravado. Não lhe chego com os dedos, não o consigo arrancar com a ponta da espada forjada... o buraco aberto por ele apenas deixa sair sentimentos agarrados aos gritos que brado... é desta forma que sinto-me a esvanecer... é desta forma que perco os sentimentos... é desta forma que vivo... deixando um rasto de sangue com sorrisos, lágrimas e recordações... tenho a memória curta e amo muito pouco... sinto o metal... que me crava a alma e que faz faísca com este coração milagre da tecnologia. São zeros e uns que processo, são níveis lógicos que me fazem sorrir, são dados gravados no metal polarizado. Consegues compreender, consegues entender ou é necessária uma conversa de café...
11 de setembro, 2004
NADA
Eu quero falar mas tu não queres ouvir... tu queres ouvir-me mas eu não quero falar... é isto que me faz viver... são estas confusões... são atritos... são pedras que arremesso e fico alegre quando atingem algo ou alguém... É GUERRA PORRA, VALE TUDO, É MATAR OU MORRER. Como dizia Fócrates a vida é uma soda... mas ninguém a quer deixar... então parem de se queixar e vão trabalhar, vão fazer algo de útil... chatear o vizinho que é um fdp tb serve! Façam qq coisa, o que quer que seja, mas façam... arrependam-se daquilo que fizeram, não deixem a possibilidade de dizer... se tivesse feito...
FUCK, FUCK, FUCK!!!
Gritem!!!
30 de agosto, 2004
The door
Sem grandes floreados, metáforas, ironias, raiva, ódio, alegria ou veia poética...
Este ser que grita baixinho, que rasga a pele de um outro normal, que traz à tona gritos retirados ao vácuo, está a definar... sufoco-lhe a voz, retiro-lhe a luz!
Se conseguirá resistir, só o tempo dirá.
A todos aqueles que por aqui passaram e partilharam comigo sentimentos, um muito obrigado.
Até uma próxima, se houver...
Hakuna Matata
Damásio Nunes
22 de agosto, 2004
Who am I?
Quem sou eu?
Quem sou eu aos olhos daqueles que tentar olhar-me na alma através dos riscos que cravo na pedra...
gritem qualquer coisa...
Hakuna Matata
Vultann
21 de agosto, 2004
Rave in the 5.16 Lab
Tenho um buraco na alma...
Que me despoja de sentimentos...
Frio, morto, robot, calma...
Vida entre os fios e barramentos...
Respiro e luto, logo vivo,
Engano o Sol com a luz da Lua,
Mato a sede da floresta nativo,
Como a carne viva e crua.
I have a goal...
And you are not in it!!!
I run alone...
Until my soul heal...
I bleed and dont feel...
I walk in the cold...
The blood freezes...
But still the soul lives.
D.N.
Heart
Simplesmente... um coração.
Hakuna Matata
8 de agosto, 2004
Jungle
Mil pensamentos atormentam-me a mente, mil tristezas me assolam a alma. Podia estar aqui horas, gastar as letras do teclado escrevendo para voçês, para mim que leio e apenas materializo sentimentos e vontades escondidas. Podia dizer-vos que o mundo é cruel e que têm de aprender a cair, acumular raiva e voltar a levantarem-se... mas isso é óbvio e toda a gente sabe. Sei aquilo que quero... simplesmente... agora sei o que quero... posso não saber o caminho para o pólo norte mas com uma bússola chego lá de certeza!
P.S. Peço desculpa àqueles que por aqui passam, por não escrever com mais frequência, mas eu não quero escrever por que tenho de o fazer, mas sim porque quero. Apesar de ser Agosto e toda a gente estar de férias eu não estou, e não tenho muito tempo livre por isso a escrita tem ficado um pouco em stand by.
Hakuna Matata
2 de agosto, 2004
Começar
Era fogo no início, eram ondas revoltas, eram ventos sibilantes... era cruel o mundo habitado por células pequenas... veio a calma, os peixes, os répteis e os Dinossauros, um cometa, os macacos e o Homem... veio a civilização, a tecnologia e a poluição, o medo, o receio e a solidão... cresceu o monstro que habita em mim... devora vontades e desafios sem fim...
D.N.
31 de julho, 2004
Corrente
Agarrados pela bolina, deitamo-nos à sorte...
Subimos a colina, vencemos a morte.
Na noite vazia, uivamos à Lua
Sentados na praia, minha e tua.
D.N.
19 de julho, 2004
Anger!!!
Yo estoy RODIDO!!!
Fuck!!!
Sempre que se acaba qualquer coisa existem outras quinhentas que aparecem e que temos de fazer... é como atravessar um deserto em que no alto de cada duna avistam-se mais dunas para vencer...
PORRA SERÁ QUE AS DUNAS NUNCA MAIS ACABAM???
D.N.
17 de julho, 2004
Fim Anunciado?... NA!!!!

Quando o silêncio se apodera de mim e se transforma de tal maneira ensurdecedor, eu consigo ouvir-te, consigo ouvir o teu respirar, consigo sentir-te debaixo da minha pele roendo, consigo provar que existes, embora ninguém acredite… todos me julgam doido, mas doidos são todos aqueles que não acreditam em mim… doidos são aqueles que jogam à sorte pensando que têm o controle… seus tolos!!! Ninguém tem o controle, ninguém vive para sempre, e nem este ser que me habita e que me consome até às entranhas tem o controle… ele não sabe que me matando, se mata a si próprio também. A ambição tolda-lhe a visão tal como acontece-te.
Impotente assisto à morte que lentamente me decompõe, mas se pensas que desisto, se pensas que me deixo vencer sem dar luta, estás muito enganado… vou morrer de pé, com a espada na mão!
Neste silêncio que procuro, nesta paz que me relaxa… consigo ouvir o tiquetaque do relógio de corda sobre a minha alma pousado. Eu sei quanto tempo me resta… esta carcaça já não tem muito para dar… já não tenho brilho nos olhos, é já fraco o meu respirar… mas eu quero lutar, quero negar esta evidência e pinto as paredes com a mensagem a apagar, tapo os ouvidos para não ouvir os gritos dos abutres a passar… aonde quer que vá, vejo o destino traçado… vejo as marcas da morte e da derrota em cada esquina, mas eu não vou desistir… eu não vou morrer… NUNCA!
Numa hora de loucura… sentindo o carrasco à flor da pele desdenhando-me o fim cruel, firo-o de morte, quebro-lhe a sorte, arranco-lhe a ambição e este grita de dor… apesar de a minha ser mil vezes superior… grita porque nunca a sentiu, grita porque só agora se deu conta do controle que não possuía. Eu rio-me dele sem parar, rio-me até aos limites da loucura e a ferida aberta que tenho, mente à minha mente dizendo que vou morrer.
O sangue fervilha por ela fora, pensando que atingiu a liberdade… seu tolo… estou rodeado de tolos… vou morrer porque não sabes conter-te em mim… não te basta este corpo, e esse calor que tão depressa levas vais perdê-lo não tarda… quererás voltar e não sabes o caminho… nessa altura estarei morto com um sorriso nos lábios… ensanguentado na tua liberdade.
D.N.
16 de julho, 2004
What I Want...
Sei perfeitamente aquilo que quero, mas não sei definir... não existem características ideias, não existem estereotipos preferenciais... tem de ser o conjunto que valha por um todo. É diferente guardar um líquido de um sólido... um liquído adapta-se àquilo que o contém... mas um sólido é indeformável.... tem forma própria e podemos empacotar num caixote qualquer, desde que a sua dimensão seja maior do que a do próprio sólido, contudo se tentares andar com ele, o espaço a mais fará com que ele se parta... pois apesar de ser indeformável é quebrável. Assim a caixa que o envolve tem de se adaptar perfeitamente... não pode ser maior... não pode ser mais pequena... tem de ter a medida exacta...
D.N.
10 de julho, 2004
Queimando...
Queimando...
Odores entranhados na pele,
Vontades expressas no papel,
Desejos verdes e sumarentos,
Sentimentos podres e bolorentos,
Sonhos entorpecidos na dor,
Peças de teatro na qual sou actor.
D.N.
8 de julho, 2004
Stop the Bus!!!
Apaguei a única vela
Escutei o silêncio
Com o cheiro a canela
Partilhei o momento
Fechei os olhos e vi-te bonita
Perdi erros, ganhei sentimento
Esbarrei naquilo que procuro
E esqueço o futuro...
PAREM O TEMPO!
D.N.
7 de julho, 2004
Ouro Branco - Last Day
Esta folha em branco que se segue é para me contares a história do monstro que criaste ou do monstro que és... toma cuidado é mais fácil ser-se monstro do que admitir que somos “fábricas de monstros”... serás tu uma? Eu infelizmente sou!
Saber qual o objectivo da vida é ter uma única bala na câmara e ter uma eternidade para acertar no alvo, seja ele qual for. Por vezes não disparamos por sentir que não é o momento, outras vezes não o fazemos com o medo de falhar... até que um dia o sol nasce lindo e o teu alvo está imóvel há séculos e tu o tens em mira.
É só premir o gatilho pois o objectivo esse está cumprido. É agora... A certeza da conquista turvou-te a vista e tu quando tinhas tudo para vencer saíste derrotado... um ligeiro sorrir enganou-te a trajectória.
Tens o resto da tua vida para reflectires, se calhar era esse o teu real objectivo...tudo agora continua a fazer sentido?
Damasio Nunes 2000/2002
Nota: Estes últimos textos publicados no blog fazem parte de uma crónica que escrevi, esta não foi publicada na íntegra pois era muita extensa e eu já estava um pouco cansado desta escrita muito "dark", retrata um mundo de pobreza e droga que todos os dias por nós e nem damos por isso, ou será que damos... enfim é uma crónica que nada tem a ver com a minha realidade, espero que tenham gostado.
Ouro Branco - Dia 6
O tempo que por nós passa, faz amadurecer as coisas e também os nossos raciocínios. Se ontem julgava a sociedade má, hoje não a encontrei melhor... mas também não fiz muito por isso, limitei-me a observar impávido as tias de Lisboa a torcer o nariz enquanto os seus “chiens”, as passeavam e coloriam os passeios.
Afinal que tal foi o dia. Hum... não foi mal... foi uma merda. Trabalhos em atraso, sorrisos sarcásticos e uma enorme dose de satisfação fingida. É assim o meu quotidiano, é assim esta cidade. Luto todos os dias por ser melhor do que vejo, luto por algo que se calhar nem consigo. Dizem que aprendo muito mais com a derrota do que com a vitória, mas com a derrota eu tenho de me erguer com a força que me resta , que já não é muita diga-se de passagem, e se calhar tal como esta sociedade eu prefiro ficar deitado, não aprendo nem ganho, nem perco dinheiro e não me canso!!!
Fico a ganhar isso não tenhas dúvidas! Ou será que tens? Mas se calhar é melhor eu não te dizer o que realmente sei, pois assim este testemunho nunca será conhecido, o poder imposto é ténue e nem todos o descobrem, mas eu já o vi e até já troquei ideias com ele. É um “gajo” fixe até te extorquir dinheiro para uma dose ameaçando-te com uma seringa.
Quem tem culpa perguntas tu? Tu não és de certeza, nem eu, nem ninguém... não! Alguém é, eu é que não sou. Percebes?! O pior é que toda a gente pensa assim e toda a gente joga alguém para a sarjeta e já nem o conhece quando o vê nas notícias. São por coisas banais que excluís alguém, é por algo fútil que passas de imprescindível a mais um que ocupa o lugar de alguém importante, eu ou tu que agora estamos em casa descansados sem ter de se preocupar onde ir dormir a noite. Nem o que comer amanhã, alguém há-de se encarregar disso.
Contudo nem só eu tenho vantagens eles também... liberdade de morrer, liberdade de não fazer, desculpas por o fazer. Pergunto, não a ti que lês, mas de ti que falo. Será que toda a vida vale a pena, ou será que não te renderás e serás mais um que me faz perder dinheiro.
Diz-me como pensas roubar toda a vida sem ficares privado daquilo que mais precioso tens... a tua LIBERDADE!!!
D.N.
Ouro Branco - Dia 5
Sorrisos... que não matam a dor, e no entanto mentem de tal forma bem... são uma droga que uso e quando não estou sozinho conseguem apagar esta dor. Parece a metadona que me adormece quando os sonhos tornam-se pesadelos. O pior é que cada vez mais estou sozinho, cada vez mais o sorriso me rasga os lábios secos de ti. Cada vez mais eu me afundo neste deserto, cada vez mais eu pergunto o que faço aqui.
Pergunto às pedras do chão que piso, pergunto à Lua que de noite avisto, mas as respostas tardam e eu sedento aqui pereço! Pequenas batalhas ganhas me fazem esquecer, mas eu nem sei entender...(o que escrevo, o que digo, o que sinto). Histórias lindas me adormecem neste dia em que nem a heroína me protege, vida ceifada a minha que eu vejo, e que o fundo já conheci (será?).Quero-te aqui ao meu lado, mas não sei o que queres de mim... estou aqui à tua espera.
Por vezes, os dias que me ocupam, não preenchem este vazio que se disfarça nesta dor. Escondido nalgum lado sem se ver, ataca quando menos se espera, mas fá-lo de tal modo que nos impossibilita de o ignorar. E é esperta pois só nos ataca quando menos precisamos ou até se calhar só nos lembramos que existe quando paramos e olhamos em volta.
Pouco há a dizer, e pouco há a sonhar. O pior é que viciei-me em respirar e se calhar, a ganância que me cega me fará pagar caro este luxo e este vício implantado nesta vida, à qual chamam de civilizada! Acho que, o que me resta dizer encontra-se no silêncio ensurdecedor em que habito, podia gritar-to, mas a melancolia não o permite e este par de olhos fundos e distantes também não.
D.N.